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Répteis / Serpentes / Boidae

Salamanta-do-norte

Epicrates maurus Gray, 1849

A salamanta que vive mais ao norte. É marrom, sem veneno, e tem o mesmo brilho colorido nas escamas que a sua parente mais famosa.

Não peçonhentaNoturnaVivípara
Salamanta-do-norte (Epicrates maurus)
Salamanta-do-norte

Perguntas comuns

A salamanta-do-norte é venenosa?

Não. A salamanta-do-norte é da família das jiboias: não tem veneno e mata a presa por constrição.

O que fazer se encontrar uma salamanta-do-norte?

Mantenha distância, não tente capturar nem matar e chame o Corpo de Bombeiros (193) ou o órgão ambiental. Veja o guia completo →

Ficha rápida

Tamanho0,9 a 1,5 m

As fêmeas são bem maiores que os machos.

DietaPequenos mamíferos

Ratos e camundongos. Também come aves e lagartos.

AtividadeNoturna

Ativa à noite, ao amanhecer e ao entardecer.

ReproduçãoVivípara

Os filhotes nascem já formados.

Galeria

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Salamanta-do-norte (Epicrates maurus), foto 1 da galeria
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Salamanta-do-norte (Epicrates maurus), foto 5 da galeria

Onde vive

Vive em florestas e clareiras do norte da América do Sul e do sul da América Central. No Brasil, os registros são do extremo Norte.

Biomas com registros da espécie, segundo o mapa de biomas do IBGE.

Onde há mais registros no Brasil: RR, PA e AP.

Como ler o mapa. Cada ponto é uma área com registros: fotos de quem viu o animal e exemplares de coleções científicas. Há mais pontos onde há mais gente registrando.

Registros de ocorrência no Brasil: a salamanta-do-norte Mapa do Brasil com 24 registros agrupados em 8 áreas. Os pontos maiores indicam mais registros. 11 registros nesta área6 registros nesta área2 registros nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área

24 registros com localização, de 1926 a 2026; 17 são de 2010 para cá.

Fonte: GBIF, consulta em 10 de outubro de 2026. Contorno dos estados: IBGE. Mostra onde alguém registrou o animal, não todos os lugares onde ele vive.

Conservação

Corre risco de desaparecer? Quem responde é a Lista Vermelha, um levantamento mundial feito por cientistas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Cada espécie avaliada fica em um degrau desta escala:

Ver mais informações sobre as classificaçõesOcultar as classificações
LC
Menos preocupante. Ainda é comum e vive em muitos lugares.
NT
Quase ameaçada. Pode entrar em risco em breve.
VU
Vulnerável. Risco alto de extinção na natureza.
EN
Em perigo. Risco muito alto.
CR
Criticamente em perigo. Risco extremo; pode desaparecer logo.
EW
Extinta na natureza. Só sobrevive em cativeiro.
EX
Extinta. Não existe mais nenhum indivíduo.

Salamanta-do-norte: menos preocupante

É a melhor situação da escala: a espécie ainda é comum e vive em muitos lugares. Isso não quer dizer que esteja livre de problemas. Perde espaço com o desmatamento e ainda é morta por medo.

Criação em cativeiro

Como todo animal silvestre, só pode ser mantida quando vem de criadouro autorizado, com nota fiscal e documentação de origem. Confirme com o órgão ambiental do seu estado se a espécie pode ser vendida.

Guia de criação legal →

Como reconhecer

1

Marrom quase uniforme

Os adultos são marrons, com pouco desenho.

2

Anéis nos jovens

Os filhotes têm anéis escuros de centro claro, que somem com a idade.

3

Brilho nas escamas

Como a salamanta, reflete a luz em várias cores.

Você sabia?

Muda de tom ao longo do dia: à noite fica mais clara, quase prateada.

As fêmeas conseguem ter filhotes sem a participação de um macho.

Quando jovem, sobe mais em árvores. Adulta, fica mais no chão.

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