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Répteis / Serpentes / Boidae

Cobra-⁠papagaio

Corallus caninus (Linnaeus, 1758)

Uma jiboia verde que vive nas árvores da floresta. Não tem veneno e passa o dia enrolada sobre um galho. Também é chamada de araramboia.

Não peçonhentaArborícolaVivípara
Cobra-papagaio (Corallus caninus)
Cobra-papagaio

Perguntas comuns

A cobra-papagaio é venenosa?

Não. A cobra-papagaio é da família das jiboias: não tem veneno e mata a presa por constrição.

O que fazer se encontrar uma cobra-papagaio?

Mantenha distância, não tente capturar nem matar e chame o Corpo de Bombeiros (193) ou o órgão ambiental. Veja o guia completo →

Ficha rápida

TamanhoCerca de 1,8 m

É o tamanho comum dos adultos.

DietaPequenos mamíferos

Roedores e marsupiais. Também come aves, lagartos e rãs.

CaçaEmboscada

Espera a presa enrolada nos galhos. Come pouco, porque tem o metabolismo lento.

ReproduçãoVivípara

Nascem de 6 a 14 filhotes por vez.

Galeria

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Cobra-papagaio (Corallus caninus), foto 1 da galeria
Cobra-papagaio (Corallus caninus), foto 2 da galeria
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Cobra-papagaio (Corallus caninus), foto 5 da galeria

Onde vive

Vive em florestas tropicais do norte da América do Sul. No Brasil, é uma cobra da Amazônia.

Biomas com registros da espécie, segundo o mapa de biomas do IBGE.

Onde há mais registros no Brasil: AM, PA, AP e RR.

Como ler o mapa. Cada ponto é uma área com registros: fotos de quem viu o animal e exemplares de coleções científicas. Há mais pontos onde há mais gente registrando.

Registros de ocorrência no Brasil: a cobra-papagaio Mapa do Brasil com 51 registros agrupados em 31 áreas. Os pontos maiores indicam mais registros. 7 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área

51 registros com localização, de 1863 a 2026; 43 são de 2010 para cá.

Fonte: GBIF, consulta em 10 de outubro de 2026. Contorno dos estados: IBGE. Mostra onde alguém registrou o animal, não todos os lugares onde ele vive.

Conservação

Corre risco de desaparecer? Quem responde é a Lista Vermelha, um levantamento mundial feito por cientistas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Cada espécie avaliada fica em um degrau desta escala:

Ver mais informações sobre as classificaçõesOcultar as classificações
LC
Menos preocupante. Ainda é comum e vive em muitos lugares.
NT
Quase ameaçada. Pode entrar em risco em breve.
VU
Vulnerável. Risco alto de extinção na natureza.
EN
Em perigo. Risco muito alto.
CR
Criticamente em perigo. Risco extremo; pode desaparecer logo.
EW
Extinta na natureza. Só sobrevive em cativeiro.
EX
Extinta. Não existe mais nenhum indivíduo.

Cobra-papagaio: menos preocupante

É a melhor situação da escala: a espécie ainda é comum e vive em muitos lugares. Isso não quer dizer que esteja livre de problemas. Perde espaço com o desmatamento e ainda é morta por medo.

Criação em cativeiro

Como todo animal silvestre, só pode ser mantida quando vem de criadouro autorizado, com nota fiscal e documentação de origem. Confirme com o órgão ambiental do seu estado se a espécie pode ser vendida.

Guia de criação legal →

Como reconhecer

1

Verde com marcas brancas

Verde-esmeralda, com manchas brancas em zigue-zague no dorso e barriga amarela.

2

Enrolada sobre o galho

Descansa com o corpo dobrado em voltas sobre um galho, com a cabeça no centro.

3

Sensores de calor

Tem fossetas nos lábios, que percebem o calor das presas.

Você sabia?

Os filhotes nascem alaranjados ou vermelho-tijolo e ficam verdes entre 9 e 12 meses de idade.

Tem os dentes da frente muito grandes para uma cobra sem veneno.

Desde 2009, a população da bacia amazônica é tratada como outra espécie, Corallus batesii.

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