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Répteis / Serpentes / Colubridae

Papa-⁠pinto

Spilotes sulphureus (Wagler, 1824)

Parente próxima da caninana, é uma das maiores cobras do Brasil fora do grupo das jiboias. Vive em florestas e sopra forte quando se sente ameaçada.

Até 3 mFlorestasSopra para se defender
Papa-pinto (Spilotes sulphureus)
Papa-pinto

Perguntas comuns

A papa-pinto é venenosa?

Ela tem veneno, que ainda está sendo estudado, mas não está entre as serpentes que causam acidentes graves no Brasil (jararacas, cascavel, surucucu e corais-verdadeiras). Não manuseie.

O que fazer se encontrar uma papa-pinto?

Mantenha distância, não tente capturar nem matar e chame o Corpo de Bombeiros (193) ou o órgão ambiental. Veja o guia completo →

Ficha rápida

TamanhoAté 3 m

É uma cobra muito comprida.

DietaMamíferos, aves e cobras

Os adultos comem pequenos mamíferos, aves e outras cobras. Os jovens comem lagartos e roedores.

DefesaSopra forte

Assume uma postura de ameaça e solta o ar com barulho.

VenenoEm estudo

Tem um veneno que age de formas diferentes em mamíferos e em répteis. Não manuseie.

Galeria

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Papa-pinto (Spilotes sulphureus), foto 1 da galeria
Papa-pinto (Spilotes sulphureus), foto 2 da galeria
Papa-pinto (Spilotes sulphureus), foto 3 da galeria
Papa-pinto (Spilotes sulphureus), foto 4 da galeria
Papa-pinto (Spilotes sulphureus), foto 5 da galeria

Onde vive

Vive na América do Sul, em áreas da Amazônia e da Mata Atlântica.

Biomas com registros da espécie, segundo o mapa de biomas do IBGE.

Onde há mais registros no Brasil: RJ, ES, PA e BA.

Como ler o mapa. Cada ponto é uma área com registros: fotos de quem viu o animal e exemplares de coleções científicas. Há mais pontos onde há mais gente registrando.

Registros de ocorrência no Brasil: a papa-pinto Mapa do Brasil com 188 registros agrupados em 82 áreas. Os pontos maiores indicam mais registros. 27 registros nesta área16 registros nesta área10 registros nesta área6 registros nesta área6 registros nesta área4 registros nesta área4 registros nesta área4 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área

188 registros com localização, de 1866 a 2026; 154 são de 2010 para cá.

Fonte: GBIF, consulta em 10 de outubro de 2026. Contorno dos estados: IBGE. Mostra onde alguém registrou o animal, não todos os lugares onde ele vive.

Conservação

Corre risco de desaparecer? Quem responde é a Lista Vermelha, um levantamento mundial feito por cientistas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Cada espécie avaliada fica em um degrau desta escala:

Ver mais informações sobre as classificaçõesOcultar as classificações
LC
Menos preocupante. Ainda é comum e vive em muitos lugares.
NT
Quase ameaçada. Pode entrar em risco em breve.
VU
Vulnerável. Risco alto de extinção na natureza.
EN
Em perigo. Risco muito alto.
CR
Criticamente em perigo. Risco extremo; pode desaparecer logo.
EW
Extinta na natureza. Só sobrevive em cativeiro.
EX
Extinta. Não existe mais nenhum indivíduo.

Papa-pinto: menos preocupante

É a melhor situação da escala: a espécie ainda é comum e vive em muitos lugares. Isso não quer dizer que esteja livre de problemas. Perde espaço com o desmatamento e ainda é morta por medo.

Criação em cativeiro

Como todo animal silvestre, só pode ser mantida quando vem de criadouro autorizado, com nota fiscal e documentação de origem. Confirme com o órgão ambiental do seu estado se a espécie pode ser vendida.

Guia de criação legal →

Como reconhecer

1

Barriga amarela

A parte de baixo do corpo é amarela.

2

Muito comprida

Passa de 2 m com facilidade.

3

Postura de ameaça

Quando acuada, ergue a frente do corpo e sopra.

Você sabia?

Até pouco tempo atrás, era classificada em outro gênero, Pseustes.

Em inglês, é chamada de "cobra que sopra".

O nome popular vem do costume de comer aves.

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