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Répteis / Serpentes / Viperidae

Jararacuçu

Bothrops jararacussu Lacerda, 1884

Uma das maiores jararacas do país. É peçonhenta, tem o corpo robusto e vive na Mata Atlântica, quase sempre perto da água.

PeçonhentaAté 2,2 mMata Atlântica
Jararacuçu (Bothrops jararacussu)
Jararacuçu

Perguntas comuns

A jararacuçu é venenosa?

Sim. A jararacuçu é uma serpente peçonhenta. Em caso de picada, vá ao hospital o mais rápido possível: o soro é gratuito no SUS.

O que fazer se encontrar uma jararacuçu?

Mantenha distância, não tente capturar nem matar e chame o Corpo de Bombeiros (193) ou o órgão ambiental. Veja o guia completo →

Ficha rápida

TamanhoAté 2,2 m

Corpo e cabeça robustos. As presas chegam a 2,5 cm.

DietaAnfíbios e roedores

Caça sapos, rãs e pequenos mamíferos.

AtividadeDia e noite

Toma sol de manhã e caça à noite.

ReproduçãoVivípara

Nascem de 16 a 20 filhotes, na estação das chuvas.

Galeria

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Jararacuçu (Bothrops jararacussu), foto 1 da galeria
Jararacuçu (Bothrops jararacussu), foto 2 da galeria
Jararacuçu (Bothrops jararacussu), foto 3 da galeria
Jararacuçu (Bothrops jararacussu), foto 4 da galeria
Jararacuçu (Bothrops jararacussu), foto 5 da galeria

Onde vive

Vive na Mata Atlântica, da Bahia a Santa Catarina, em áreas baixas e alagadas e na beira de rios. Também ocorre no Paraguai, no sudeste da Bolívia e em Misiones, na Argentina.

Biomas com registros da espécie, segundo o mapa de biomas do IBGE.

Onde há mais registros no Brasil: SP, RJ, ES e MG.

Como ler o mapa. Cada ponto é uma área com registros: fotos de quem viu o animal e exemplares de coleções científicas. Há mais pontos onde há mais gente registrando.

Registros de ocorrência no Brasil: a jararacuçu Mapa do Brasil com 695 registros agrupados em 78 áreas. Os pontos maiores indicam mais registros. 50 registros nesta área50 registros nesta área46 registros nesta área45 registros nesta área42 registros nesta área33 registros nesta área33 registros nesta área32 registros nesta área29 registros nesta área23 registros nesta área22 registros nesta área21 registros nesta área21 registros nesta área19 registros nesta área18 registros nesta área17 registros nesta área14 registros nesta área14 registros nesta área11 registros nesta área8 registros nesta área8 registros nesta área8 registros nesta área8 registros nesta área8 registros nesta área6 registros nesta área6 registros nesta área6 registros nesta área5 registros nesta área5 registros nesta área5 registros nesta área5 registros nesta área5 registros nesta área5 registros nesta área4 registros nesta área4 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área

695 registros com localização, de 1895 a 2026; 414 são de 2010 para cá.

Fonte: GBIF, consulta em 10 de outubro de 2026. Contorno dos estados: IBGE. Mostra onde alguém registrou o animal, não todos os lugares onde ele vive.

Conservação

Corre risco de desaparecer? Quem responde é a Lista Vermelha, um levantamento mundial feito por cientistas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Cada espécie avaliada fica em um degrau desta escala:

Ver mais informações sobre as classificaçõesOcultar as classificações
LC
Menos preocupante. Ainda é comum e vive em muitos lugares.
NT
Quase ameaçada. Pode entrar em risco em breve.
VU
Vulnerável. Risco alto de extinção na natureza.
EN
Em perigo. Risco muito alto.
CR
Criticamente em perigo. Risco extremo; pode desaparecer logo.
EW
Extinta na natureza. Só sobrevive em cativeiro.
EX
Extinta. Não existe mais nenhum indivíduo.

Jararacuçu: menos preocupante

É a melhor situação da escala: a espécie ainda é comum e vive em muitos lugares. Isso não quer dizer que esteja livre de problemas. Perde espaço com o desmatamento e ainda é morta por medo.

Criação em cativeiro

Não é animal de estimação. Serpentes peçonhentas devem ficar com quem tem estrutura e autorização para isso, como institutos de pesquisa e zoológicos.

Guia de criação legal →

Como reconhecer

1

Corpo robusto

É grande e pesada para uma jararaca.

2

Arcos escuros

Marrom ou amarelada, às vezes quase preta, com arcos escuros que formam um X no meio do dorso.

3

Escamas ásperas

As escamas do dorso têm uma quilha bem marcada.

Você sabia?

Produz muito veneno, e os acidentes costumam ser graves.

Também é chamada de patrona e de urutu-dourado.

"Jararacuçu" vem do tupi e quer dizer jararaca grande.

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