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Répteis / Serpentes / Aniliidae

Falsa-coral-amazônica

Família Aniliidae · Anilius scytale

Única espécie da sua família. Vive na Amazônia, é vermelha com anéis pretos e passa boa parte do tempo debaixo da terra. Não é peçonhenta.

Não peçonhentaÚnica da famíliaAmazônia
Falsa-coral-amazônica (Anilius scytale)
Falsa-coral-amazônica

As espécies desta ficha

A família Aniliidae tem uma espécie só, também chamada de anílio. Em cada cartão, os biomas e os estados com mais registros no Brasil, e a situação na Lista Vermelha da IUCN.

Ficha rápida

VenenoNão tem

É inofensiva para pessoas.

FamíliaUma espécie só

Não tem parentes próximos vivos.

Onde ficaDebaixo da terra

Vive no solo e em áreas úmidas da floresta.

ReproduçãoVivípara

Os filhotes nascem já formados.

Onde foram registradas no Brasil

O mapa junta os registros de todas as espécies desta ficha.

Como ler o mapa. Cada ponto é uma área com registros: fotos de quem viu o animal e exemplares de coleções científicas. Há mais pontos onde há mais gente registrando, como perto das grandes cidades.

Registros de ocorrência no Brasil: a falsa-coral-amazônica Mapa do Brasil com 209 registros agrupados em 86 áreas. Os pontos maiores indicam mais registros. 30 registros nesta área19 registros nesta área11 registros nesta área7 registros nesta área7 registros nesta área6 registros nesta área5 registros nesta área4 registros nesta área4 registros nesta área4 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área3 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área2 registros nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área1 registro nesta área

209 registros com localização, de 1859 a 2026; 160 são de 2010 para cá.

Fonte: GBIF, consulta em 10 de outubro de 2026. Contorno dos estados: IBGE. Mostra onde alguém registrou o animal, não todos os lugares onde ele vive.

Conservação

Correm risco de desaparecer? Quem responde é a Lista Vermelha, um levantamento mundial feito por cientistas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Cada espécie avaliada fica em um degrau desta escala:

Ver mais informações sobre as classificaçõesOcultar as classificações
LC
Menos preocupante. Ainda é comum e vive em muitos lugares.
NT
Quase ameaçada. Pode entrar em risco em breve.
VU
Vulnerável. Risco alto de extinção na natureza.
EN
Em perigo. Risco muito alto.
CR
Criticamente em perigo. Risco extremo; pode desaparecer logo.
EW
Extinta na natureza. Só sobrevive em cativeiro.
EX
Extinta. Não existe mais nenhum indivíduo.

1 de 1 em menor risco

A espécie está no primeiro degrau da escala, o de menor risco. Isso não quer dizer que esteja livre de problemas: perdem espaço com o desmatamento e ainda são mortas por medo.

Criação em cativeiro

Como todo animal silvestre, não deve ser retirada da natureza.

Guia de criação legal →

Como reconhecer

1

Vermelha e preta

Anéis pretos sobre fundo vermelho, sem anéis brancos ou amarelos.

2

Olhos muito pequenos

Cada um fica debaixo de uma escama.

3

Cabeça pouco destacada

O corpo é cilíndrico, e a cauda é bem curta.

Você sabia?

É considerada uma das serpentes mais primitivas das Américas.

Tem vestígios das patas traseiras, pequenos esporões perto da cauda.

As cores lembram as de uma coral-verdadeira, mas ela não é peçonhenta.